|
Função e estrutura de Proteínas
A Divisão de Química Biológica dá ao IBET know-how nos aspectos fundamentais de Bioquímica, Biofísica, Espectometria e Química de Proteínas. Topicos específicos incluem:
Química de Proteínas ( proteínas solúveis e proteínas ligadas a membranas)
Biologia Estrutural
Química Bioinorgânica
Biologia Molecular (clonagem, sequenciação, mutagénese, análises transcripcionais, expressão de proteínas)
Caracterização termodinâmica e cinética de proteínas Redox)
Modelação Molecular/ Bioinformática Estrutural
Compreender a estrutura de proteínas e a cinética de enzimas em solventes não aquosos
As enzimas são capazes de catalisar reacções em solventes organicos ou não aquosos, o que é muito útil para a indústria biotecnológica e farmaceutica. Apesar do interesse, conhece-se muito pouco, a nível molecular sobre enzimas nestas condições não usuais. Estamos de momento a desenvolver trabalho pioneiro nesta área, colaborando com grupos de reconhecida experiência.
Para a enantioselectividade da cutinase em hexano Bases moleulares A base molecular para a descriminação entre R, S enantiomers de 1-phenylethanol (a amarelo) e 2-phenyl-1-propanol (a azul) bound at the Cutinase active site. Enantiomers R são preferidos pela enzima, mas estudos teóricos e experimentais mostram que a enzima é mais selectiva em relação a 1-phenylethanol do que a 2-phenyl-1-propanol.
Relevant publications: Fontes N., et.al. 1998. Ind. Eng. Chem. Res. 37:3189-3194 Soares C.M., et.al. 2003. Biophys. J. 84:1628-1641 Vidinha P., et.al. 2004. Biotech. Bioeng. 85:442-449
Colaboração com a Bial
Catechol-O-methyltransferase (COMT) é uma enzima “omnipresente” que inactiva os neurotransmissores catechol, como o L-3,4-dihydroxy-phenylalanine (L-DOPA). Os inibidores COMT, como o BIA335 desenvolvido pela BIAL, bloqueiam a actividade COMT e, por isso, ganham interesse clínico como co-adjuvantes de L-DOPA na terapia da doença de Parkinson.
Publicações resultantes deste trabaho:Rodrigues ML et al., Acta Cryst (2001) D57 906-908; Bonifácio, MJ et al., Molecular Pharm. (2002) 62, 795-805.
Colaboração com a Schering AG Berlin
O receptor humano de androgénio(RhA) liga os esteroides sexuais masculinos e regula os genes para a diferenciação e desenvolvimento masculino. A informação estrutural do RhA ligand binding domain (LBD) in complex with R1881, an analogue to the natural ligand dihydrotestosterone, nd on a double mutant with an agonist with glucocorticoid activity permitiu o reconhecimento da especificidade do ligando, que serviu de base para o sbsequente design da droga. Estes estudos são feitos na Schering, com implicações não só na saúde masculina, mas também na feminina.
Publicações resultantes deste trabalho: Matias, PM et al, J. Biol. Chem., (2000) 275, 26164-26171; Matias, PM et al, J. Med. Chem.,(2002) 45, 1439-1446 e uma Patente: no. WO 01/66599, filed 2001. |